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Respiratório

O ambiente industrial pode apresentar diversos riscos para a saúde dos funcionários que ali trabalham. Isso porque, enquanto realizam suas atividades, muitos deles podem estar exposto a substâncias químicas perigosas no ar que, às vezes, passam despercebidas. É aí que entra a importância da segurança do trabalho. Essa iniciativa começa com a estruturação de todas as instalações externas da empresa, passando pela segurança de setores, máquinas, implantação de boas práticas, uso de equipamentos e programas de proteção. Neste post, você vai conhecer melhor um destes programas que merecem sua atenção e descobrir como o EPI de proteção respiratória pode ser essencial para a sua efetividade. O que é a proteção respiratória? Algumas situações e ambientes laborais, como as executadas no subsolo, porões e usinas minerais, são caracterizados pela presença constante de vapores, fumos, pó, gases e outros tipos de partículas em suspensão no ar, que podem ser nocivos quando entram em contato com o organismo humano. Se uma avaliação de riscos confirmar que os agentes contaminantes ali presentes representam uma ameaça à integridade física dos trabalhadores, é necessária a implantação de medidas de segurança para evitar ou minimizar os efeitos negativos causados. O conjunto desses procedimentos estratégicos é denominado “Programa de Proteção Respiratória” (também conhecido pela sigla PPR). Os modelos de EPIs Os principais tipos de EPIs utilizados para proteção respiratória são os respiradores. Eles podem ser faciais (cobrir todo o rosto) ou semifaciais (cobrir apenas parte do rosto, como a boca e nariz). Esses equipamentos também podem ser isolantes ou filtrantes. Nos respiradores isolantes, o oxigênio é fornecido por meio de uma fonte própria, de forma que o usuário não precise inalar o ar do ambiente onde se encontra. Os respiradores filtrantes, por outro lado, retêm o ar presente no local que passa pelo equipamento, impedindo que suas impurezas sejam inaladas. Existem diversos tipos de filtros no mercado. Os mais comuns são os modelos PFF1, PFF2, PFF3, P1, P2 e P3. A diferença entre eles está na forma de uso: enquanto um filtro do tipo PFF faz parte do próprio respirador (descartável), os filtros do tipo P1, P2 e P3 são utilizados em conjunto com máscaras e devem ser substituídos de forma avulsa. As principais indicações destes equipamentos são as seguintes: PFF1 / P1: fornecem proteção contra poeiras ou névoas não oleosas, como cal, soda cáustica, minério de carvão e outros aerossóis mecanicamente gerados. PFF2 / P2: protegem contra fumos (aerossóis termicamente gerados) e agentes biológicos, como fibras têxteis, sílica, minério de alumínio e cimento refinado. PFF3 / P3: indicado para particulados altamente tóxicos ou de toxidez desconhecida, como chumbo, arsênio, cádmio, urânio e plutônio. Os filtros são avaliados de acordo com as especificações das normas NBR 13697 e NBR 13698. De acordo com as regras, os dois principais parâmetros a serem analisados são a perda de carga, que corresponde ao nível de resistência à passagem do ar, e a penetração de partículas

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