Sabonete e sabão

O sabão é um produto tensoativo usado em conjunto com água para lavar e limpar. Sua apresentação é variada, desde barras sólidas até líquidos viscosos, e também pó. Difere do sabonete quanto à destinação de uso: o sabão é destinado a necessidades de limpeza mais intensas, enquanto o sabonete é um sabão nobre visando evitar danos à pele, com menor poder de limpeza.[1] A reação química que produz o sabão é conhecida como saponificação: a gordura e as bases são hidrolisadas em água; os gliceróis livres ligam-se com grupos livres de hidroxila para formar glicerina, e os iões livres de sódio ligam-se com ácidos graxos para formar o sabão. O sabão tem mais álcalis livres em sua composição do que os sabonetes, consequência de levar mais soda cáustica/barrilha/bicarbonato do que gordura no processo de fabricação. O sabão em pó foi produzido pela primeira vez em 1946, como forma de facilitar a lavagem de roupas, que até então, era feita com sabão em barra. A princípio, não deu certo, devido às interações químicas entre o sabão e os íons da água dura.[3] A média anual de consumo de sabão em pó, per capita, é de: 3,65 kg no Brasil; 4,26 kg na América Latina como um todo; 5,47 kg nos Estados Unidos; e 8,4 kg na Europa como um todo. Apesar do nome, o mais correto é chamá-lo de detergente em pó, e não de sabão em pó, devido à composição química diferente: detergentes e sabões funcionam da mesma forma, mas sabões são sais de ácidos carboxílicos, enquanto detergentes não o são. Isto deve-se à origem de cada um: os sabões são produzidos a partir de óleos e gorduras vegetais ou animais, enquanto os detergentes são derivados do petróleo. Os detergentes têm poder de limpeza maior, mas agridem mais a pele, dado que retiram inclusive a gordura das mãos de quem o utiliza.

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